Faltam menos de duas semanas para a Escola Mundial de Comunismo. Hoje, atingimos a marca de 5 mil inscritos de quase 130 países diferentes. Centenas de novas inscrições chegam a cada dia. O que é surpreendente é que apenas 30% dessas inscrições são de militantes da ICR. Dos demais, 3 mil indicaram que gostariam de se juntar à nossa organização internacional!
[Inscreva-se na Escola Mundial em schoolofcommunism.com]
Neste momento, o Paquistão lidera o ranking, com 750 inscritos, dos quais 600 não são militantes da ICR, mas têm interesse em se filiar. Grande parte do subcontinente indiano tem vivenciado revoltas abertas nos últimos anos, como, por exemplo, as recentes revoluções da Geração Z no Nepal e em Bangladesh.
Muitas das mensagens que recebemos refletem a atitude da juventude revolucionária que está sendo formada nessas condições – como a seguinte, vinda de Sukkur, no Paquistão:
“Quero participar da Escola Mundial devido à tirania e à opressão deste regime, à injustiça e à agitação em todo o país, e às extravagâncias dos governantes em meio à miséria generalizada.”
Na Índia, há até o momento pouco menos de 600 participantes inscritos para a Escola Mundial, e 500 deles gostariam de ingressar na ICR. Isso em um país onde não temos uma seção oficial!
O número de mensagens solicitando a participação é tão expressivo que, pela primeira vez, tivemos de organizar uma reunião coletiva online para discutir a Escola com todos que entraram em contato. Como resultado, camaradas se reunirão em um cinema com lotação esgotada em Délhi para acompanhar a Escola, e grupos menores de exibição serão organizados por todo o país.
O que transparece nas mensagens que recebemos é que estamos claramente nos conectando com as pessoas certas: a juventude revolucionária, que busca uma organização capaz de muni-la de ideias e métodos comunistas. Essas mensagens vindas da Índia expressam esse sentimento:
“Sou adolescente. E quero participar desta escola porque acredito que o primeiro passo para me tornar um revolucionário — ou um comunista — é ter uma boa formação.”
E:
“Tenho apenas 14 anos e comecei a ler Karl Marx, Che Guevara, Fidel Castro, Thomas Sankara, etc. Sou da Índia; li as obras de Bhagat Singh, que também era comunista. Sinto-me profundamente influenciado e inspirado, e vejo trabalhadores sendo explorados todos os dias!! Ficaria feliz em me tornar militante.❤️ Sempre vermelho!!”
Camaradas, vocês vieram ao lugar certo!
O subcontinente indiano não é o único lugar onde a Escola Mundial causou impacto. Logo atrás da Índia vêm os Estados Unidos. Na terra do “Medo Vermelho” (Red Scare), quase 550 pessoas se inscreveram para o evento; destas, cerca de 200 não são militantes e gostariam de ingressar na ICR.
A mensagem a seguir, vinda de San Luis Obispo, Califórnia, conta a história de como um participante chegou a conclusões revolucionárias:
“Evoluí de uma experiência de vida ocidental tradicional para o que hoje é uma rejeição total do capitalismo, do imperialismo ocidental, do nacionalismo e do individualismo. Abandonei uma carreira de mais de uma década na macabra indústria de investimentos — algo de que nunca me orgulhei. Essa pessoa morreu e foi enterrada. Quanto mais aprendo sobre a teoria marxista, mais sinto vontade de me alinhar ao comunismo. Ainda não sei o que tenho a oferecer ao partido, mas espero que ao tornar-me militante serei levado a um aprendizado e a uma atuação contínuos. Além disso, adoro Shostakovich desde que eu tinha uns 9 anos — tendo crescido no Texas, claramente havia algo de errado comigo!”
Aproveite a Escola Mundial – especialmente a mesa sobre Shostakovich! – camarada, e bem-vindo à ICR!
Logo atrás dos EUA está o México, com mais de 300 inscrições — sendo que mais da metade dos inscritos deseja se juntar a nós. Em suas mensagens, como a que segue, vinda de Cancún, eles expressam o mesmo desejo de dominar as ricas lições do marxismo para lutar melhor pela revolução socialista:
“Desejo me matricular na Escola Mundial de Comunismo para fortalecer minha formação política, aprofundar meu estudo do marxismo e adquirir as ferramentas que me permitirão contribuir de forma mais eficaz para a organização e a luta da classe trabalhadora.”
Onde quer que se olhe, a história se repete. Ao explicar por que se inscreveram na escola, uma resposta surgiu em centenas de mensagens: aprender.
É precisamente porque colocamos as ideias revolucionárias em primeiro plano que estamos conquistando os setores mais revolucionários da juventude. Por exemplo, um comunista da Nigéria nos escreveu:
“Eu acompanho o podcast Spectre of Communism da ICR no YouTube. Também alguns vídeos do canal do PCR (britânico) no YouTube. Gostaria muito de entender melhor o materialismo dialético e histórico, bem como outros fundamentos. Também adoraria receber algumas recomendações de leitura.”
Várias mesas da Escola Mundial saciarão seu interesse pelo materialismo dialético e histórico, como as palestras sobre ciência e cosmologia, a visão marxista da história e o Iluminismo. Para leituras complementares, indicamos as listas de leitura, que podem ser acessadas na página de cada palestra específica, aqui.
Há milhares de outras mensagens como essas, vindas de todos os cantos do globo. Existem milhares de outros militantes em potencial para a ICR por aí, que sequer ouviram falar de nós ou da Escola Mundial.
Faltando uma semana e meia para a abertura da Escola, vamos redobrar nossos esforços para encontrar esses futuros comunistas e trazê-los para a principal escola de ideias marxistas do mundo — divulgando-a amplamente e preparando-se politicamente.
E, para todos que ainda não são militantes da ICR, não há momento melhor do que agora: junte-se a nós hoje mesmo!


